SANTIDADE CAMUFLADA

Os cristãos de Roma e da Palestina organizaram o sacerdócio com bases econômicas e com a simbologia pagã, personificação esta que recordavam as festividades materiais dos deuses antigos.
O culto exterior do politeísmo pareceu reviver indestrutível e imutável, na Santíssima Trindade; Nas formulas de oração aos antigos deuses; Nas cruzes de madeira ou de marfim, de metais preciosos ou de diversos materiais de variados tamanhos que se infiltraram na liturgia; Nas Salas de prece e nos lares dos fiéis, as Imagens do Cristo de marfim ou de cera prateada infestaram os locais de culto dos seguidores; A confissão auricular, elevada à constrição como pretexto para renovar crenças mortas ratificavam os sacerdotes flâmines ou as vestais que se propunham a ouvir em confessionário. Nos mosteiros, um sino anunciava a mudança das meditações para a hora do trabalho, das preces, das refeições ou o tempo destinado ao repouso do Espírito. A hora do Capitulo era a reunião da comunidade para repasto das intrigas, das fofocas e dos pontos de vista individual. Ela vigorava diretamente dos colégios romanos onde a condenação implacável regulamentava todos os serviços.

O comercio de relíquias e souvenires religiosos, fragmentou a cruz do Cristo em milhares de pedaços, alem de fazerem existir cinco cabeças de João Batista espalhadas pelo mundo. Lascas de ossos, de tecidos entre outras coisas servem para a comercialização e veneração. Coletar azeite do monte das oliveiras, terra de Jerusalém, água do Rio Jordão, mesmo que de mentirinha, tornou-se um costume primitivo enraizado atavicamente no ser humano porque, através destes objetos físicos de adoração, ativa-se o positivismo do êxito em qualquer tribulação: Um problema que no momento parece insolúvel, questões amorosas, saúde precária, moradia insossa, situação financeira, trabalho, enfim, tudo o que se relacionar à insatisfação intima e que precise de um ponto de apoio sobrenatural e miraculoso para trazer a solução. Percebe a abertura para o comercio religioso da fé? Aí entram também as ofertas, os dízimos, os sacrifícios e os desafios de vários gêneros
A crença nos sobrenaturais existe desde que o mundo é mundo: No Velho Testamento o simples encostar-se aos ossos de Eliseu trazia de volta a vida com toda sua plenitude; O Sol sendo parado milagrosamente na imaginária de Elias; A história de Davi e Golias; O dilúvio; A exterminação de Sodoma e Gomorra e muitos outros acontecimentos nos mostram a necessidade humana de se auto-integrar no contexto social através de milagres especiais, do sensacionalismo (ato que atrai milhares de expectadores curiosos), do sobrenatural e do misticismo, cujas crenças no impossível natural do oculto e onde um Deus pode fazer o que quiser, pois para Ele tudo é possível desde que Ele o queira, cujas características humanas mostradas ao crente com toda sua capacidade, ou melhor, potencia mística não explicável racionalmente, tornando o sobrenatural também sagrado.
Não é isto a busca camuflada de uma santidade que não existe? Mas como tudo é o poder da mente, o que explica sua ação, então, tem a validade de sua existência. Estamos certos? Acreditamos que sim!  
                                                                                                                PAZ E LUZ!
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