UNIÃO QUE TRAZ O EQUILÍBRIO NATURAL
“O fruto é sempre a vitoria do esforço de equipe. Sem a árvore que o mantém, sem a terra que sustenta a arvore, sem as águas que alimentam o solo e sem as chuvas que regeneram as fontes, jamais ele (o fruto) apareceria” (Emmanuel / Chico Xavier).Vimos em duas bíblias traduzidas por João de Almeida uma discordância. Em uma estava escrito no livro 1 João 4,1 o seguinte: “Amados, não deis créditos a qualquer Espírito (pneumati, em grego); antes provai os Espíritos (pneumata, também em grego) se procedem de Deus”, e em outra mais recente e que pertencia à Igreja Assembléia de Deus, no mesmo livro, capitulo e versículo, está o seguinte: “Mui queridos amigos, não creiam sempre em tudo que vocês ouvem, só porque alguém diz que é uma mensagem de Deus; examinem primeiro para ver se realmente é”.
Não estamos pondo em duvida a idoneidade da Igreja Assembléia de Deus. De modo algum queremos denegri-la porque a respeitamos muito e diante deste respeito não temos medo de afirmar que ela é extremamente honesta no seu trabalho religioso. O que está sendo colocado é aquilo que sempre afirmamos: “A tradução depende do estado de espírito em que se encontra o tradutor”. Pois bem, analisando as traduções acima e sendo do mesmo tradutor perguntamos: “onde foi parar a palavra Espírito” e continuamos a perguntar se não mudou o contexto da mensagem. Acreditamos que sim.
Há de se tomar cuidado porque traduzir é muito serio devido às diferenças de um idioma para outro. Vejamos um exemplo: Do latim para o grego clássico temos Homo (latim) e Antropo (grego) e que significa Humano, sendo que “Andro” é igual a homem e “Gyne”, mulher. Assim temos Antropologia que significa toda a humanidade e Andrologia, que é o mesmo de Ginecologia e que significa os ramos de medicina sexualmente excludentes. Percebeu o perigo de uma má tradução?
Sabemos que foi com o pronunciamento do Bispo Irineu, em 185 d.C. que os cristãos passaram a referir-se aos quatro conhecidos evangelhos como oficiais, e, sendo o catolicismo apenas uma das dezenas de denominações dentro da igreja primitiva, a qual, afirmamos que era reencarnacionista, então e sendo assim, acreditamos que o motivo desta deturpação tenha sido que a crença na reencarnação abalava a autoridade da Igreja porque a salvação não dependia da relação com ela, a igreja, mas diretamente com Deus.
Ok. Diante do exposto, no qual acreditamos ser a diferença um engano de tradução em conformidade de entendimento, perguntamos o que impede a manipulação nas escrituras por próprio interesse? Já dissemos que não estamos acusando ninguém, mas os fatos aí estão para quem quiser pesquisar. Mesmo porque, contam-nos a historia dos antigos que no ano 325, o Imperador Constantino e sua mãe Helena, suprimiram as referencias à reencarnação contida no Novo Testamento e que o Concílio de Constantinopla reunido no ano 553 validou o ato de Constantino declarando herético tal conceito. Por outro lado, imaginamos o pensamento da Rainha Helena afirmando dentro de seu orgulho: “renascer plebéia? Nunca!”
Ora, as manifestações mediúnicas constam nos livros antigos de todas as religiões. As encontramos no “Vedanta” (bíblia dos indianos), no “Livro Tibetano dos Mortos”, no “Livro dos Mortos” (egípcio) alem da nossa própria Bíblia estar repleta de fenômenos mediúnicos e de médiuns ostensivos, os quais, não há como negar, formou-se uma “equipe” preparando o Cristo como fruto necessário para nosso aperfeiçoamento, cujo respeito mútuo ou mesmo a união fraterna entre nós, com certeza, traria o equilíbrio religioso.
MUITA PAZ!
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