CONHECE-TE A TI MESMO! (Sócrates)
Foi-nos ensinado que “é preferível raciocinar em falso do que não raciocinar absolutamente, porém, é melhor raciocinar na lógica para não se precipitar no erro” cujo ensinamento adotamos para nos guiar em nossas reflexões, assim sendo, comparamos a quarentena ao isolamento para o encontro de nós mesmos.
O diluvio durou 40 dias, tempo suficiente para que Noé e sua família ponderassem sobre a vida; Moises ficou 40 dias no Monte Sinai para conceber os dez mandamentos e perambulou 40 anos pelo deserto até definir a crença num Deus único; o jejum de jesus no deserto antes de assumir sua missão foi de 40 dias; entre o carnaval e a páscoa temos 40 dias; a gestação dura 40 semanas e o “resguardo” após a gravidez também é de 40 dias entre outros exemplos que nos fogem à memória neste momento, mas, o que tem a ver estas informações com o conhecimento de nós mesmos?
Vemos tudo isso como uma preparação para uma mudança de rumo, ou melhor, como uma guinada na vida através de um mergulho na intimidade de nosso ser. Todos os luminares de nosso mundo se “recolheram” antes de assumirem seus ideais. Assim foi com Buda, com Maomé, com Zoroastro, com Krishna e muitos outros. Atualmente as igrejas estão se preocupando com estes retiros. O catolicismo faz os encontros, os cursilhos e as preparações aos cursos que elas promovem. Os neopentecostais e pentecostais promovem a “subida ao monte” no intuito de promover um “encontro com Deus” e o que são estas ideias do que nada mais que a imitação, no bom sentido, do isolamento, mesmo que coletivo, para uma experiência espiritual e assim encontrar e reacender a “centelha divina” no íntimo de cada um?
Enoque nos fala dos montes, das vestes de gloria e no descanso para os justos. Esdras menciona as vestes mortais e imortais e todos os evangelistas falam de forma velada em soltar as amarras que nada mais significa do que desativar a imobilização ou reeducar a alma com a psicologia do Amor. Zoroastro não escreveu nada e dele nasceu o Zend-Avesta, Buda idem e nos legou a Tripitaca (três cestos) com os ensinamentos budistas tradicionais; Sócrates com seus elevados conceitos, Francisco de Assis a “fioretti” (florzinha da humidade), Maomé o Alcorão, Jesus a filosofia do Amor irrestrito e Kardec a verdade do mundo espiritual.
Todos preocupados em transmitir a nós suas experiências para que não tenhamos desculpas e alegar que não nos obsevamos, pois o “conhece-te a ti mesmo” está estampado nos ensinamentos sublimes de todas as religiões espiritualistas que conhecemos, assim, tanto ontem como hoje, só não se conhece quem não quer e não tem o direito de reclamar quando as coisas não dão certo.
Seja dono de você mesmo e não permita que te manipulem. Virgílio já dizia que “os que creem que tudo podem, estes realmente podem! ” Pense nisto!
MUITA PAZ!
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