A “PESSOA” DE JESUS 2/2


 

Jesus não foi diferente de nenhum de nós, pois nasceu e viveu dentro da Lei, além disso, como todos, ele teve fome e sede, sentiu cansaço, alegria e tristeza, mas você deverá afirmar que Ele é o filho de Deus e nós perguntamos: quem não o é? Então você contra atacará dizendo de seu sofrimento e novamente nos perguntamos como ficam aqueles que foram queimados vivos? Ou aqueles que foram jogados nas arenas e que tiveram suas carnes rasgadas pelas feras? Ou mesmo, mais simplesmente Pedro que foi crucificado de cabeça para baixo? Sabemos que o veneno do pensamento adoece o coração e que todo debito reclama resgate, mas no caso de Jesus não há resgate e nem sacrifício da forma como entendemos. Há Amor em expansão pela humanidade que é o que o engrandece em sua pessoa.  

Analisando os ensinamentos Evangélicos, descobrimos que são das intoxicações da alma o determinismo da moléstia do nosso corpo. Ora, se vemos como sacrifício o que é nossa obrigação estaremos sempre doentes espiritualmente até aprendermos que o mel é saboroso néctar, mas que em excesso embriaga. Assim sendo, os conflitos da alma advém da viciação do pensamento que incide nos centros de força, desarmonizando as vibrações entre eles, gerando os desequilíbrios mentais e físicos, e consequentemente, a escravidão espiritual por parte dos nossos desafetos desencarnados. Foi com o que Jesus deparou aos montes quando se fez homem entre nós. Ele nos ensinou que nem sempre doutrinar é transformar. Doutrinar atinge força magnética pela mente e pela inteligência; transformar se dá através do sentimento sublime que atinge a alma. É o que Jesus faz com aquele que o encontra espiritualmente e o segue como lema de vida. 

O corpo é a oficina do trabalho do Espírito, portanto é a alma que deve comandá-lo, então, não é normal que para se adquirir cidadania de status se empurre as pessoas para o absurdo e o fantasioso numa troca de valores que aproximam do fosso da promiscuidade, do desespero, do alcoolismo, do tabaco, das drogas, das alucinações, do suicídio ou da ignorância espiritual que é do que queremos nos afastar ao estudarmos a humanidade de Jesus. É normal que o desconhecimento revista as conquistas gloriosas, conquistadas nos milênios, em glamorosas poesias místicas, pois os desperdícios das funções religiosas desprestigiam a simplicidade alcançada evolutivamente no mérito da vida vivida. O efeito é que a família seja colocada num lugar onde avança a malicia e sem moralidade, mostrando necessidades falsas como a ideologia de gênero que deturpa a moral familiar. A grandeza de Jesus não oprime nossa pequenez, ao contrario, sua alta evolução nos incentiva a alcança-lo. Seus ensinamentos nos mostram que são dois os caminhos para se chegar à perfeição: o saber (conhecimento) e a moralidade, pois, o povo apático espera daquele que tudo pode os acontecimentos para o seu bem viver e aquele que busca, com certeza se igualará àquele que o motiva a buscar. Você dirá que aprendeu que o sofrimento de Jesus é o que o caracteriza como Messias.  Sejamos mais diretos: Imagine bilhões de volts se condensando em 110 ou 220 para atender a tua casa? Por quantos transformadores esta voltagem não teve que passar? Então imagine um Espírito do nível de Jesus, um governador planetário. Por quantos “processos” Ele não deve ter passado até um corpo humano cabê-lo em sua humanidade? Reduzir sua luminosidade até chegar à nossa, que sacrifício para vir até nós e nos deixar sua mensagem de Amor. Isto é desmerecê-lo? Acreditamos que não!                            

 

                                                      MUITA PAZ!  

 

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