CRIAÇÃO/EDUCAÇÃO/CULTURA (1/2)

Após a leitura e reflexão, responda para você mesmo se a criação, educação e cultura transmitida neste
momento servirão como norma de vida para teu lar...

“O impositivo de proteção à infância, no período mais tenro da reencarnação, é assunto de importância fundamental para a educação do espírito que se reencarna na Terra. Não podemos desprezar a infância, em tempo algum, porque a infância levará para (o tempo da) frente o retrato de nossa própria conduta para com ela” (Chico Xavier)...

 O espírito, quando vai reencarnar, sente, além das preocupações e dores, a valorização e o enriquecimento da experiência que terá. Após o nascimento e até os sete anos de idade ele sofrerá a ação psicológica do lar em que vive cujas impressões recebidas servirão para fortalecimento de suas inclinações. Deus, ao nos confiar estas crianças, nos dá oportunidades de redimirmos e de nos remirmos para colocarmos em pratica nossas experiências adquiridas em outras vidas e na espiritualidade e que teremos a oportunidade de fazermos uso deles para nosso engrandecimento e daqueles a quem a providência nos confiou, porque, invariavelmente, o amanhã nos cobrará o modo que adotamos no hoje, para criarmos os filhos.
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“Necessário que os pais conversem mais cordialmente com os seus filhos no clima de harmonia domestica (dentro da própria casa) e nunca adiar essas conversações para tempos de desastre sentimental” (Chico Xavier)...

Consideramos como adolescência dois períodos: dos quatorze aos vinte e um anos. Até os quatorzes somos apegados aos nossos pais por estarmos condicionados biológica e espiritualmente a eles. Aos poucos os anseios de liberdade nos alcançam fazendo-nos pensar por nós mesmos e, dependendo do modo como fomos criados, a educação se alimentará de valores que solidificarão nossa personalidade. É onde entra o perigo da correria do dia a dia fazendo se deixar para segundo plano a convivência familiar onde o sorriso, o diálogo, a seriedade no trato das coisas sérias, a religiosidade, o desvio de futilidades devem ser prioridades para não causar dano emocional ou diminuição da auto-estima. Até aos vinte e um anos, mais comumente aos dezoitos, a personalidade se afirma, a mente vai se arrumando e a sensibilidade vai aflorando mais. O intelecto busca o que o coração ordenar. Neste embate, a influência do meio familiar se fará presente. A violência física, sexual ou psicológica consolidará as atitudes do modo de vida comandado pelo instinto despertado nestes tratos. Opressão, xingamentos, ameaças, humilhações, perseguições, liberdade cercada, vigilância desmedida, chantagens emocionais e comparações com outras personalidades, solidificarão os bons sentimentos que estavam, ou estariam adormecidos e que deveríamos despertar e alimentar com nosso amor para que o jovem de hoje transforme-se no adulto de bem no amanhã. Freqüentemente vemos traumas de três  tipos: do excesso de zelo, da agressividade no lar e da falta de zelo. Sabemos que é difícil delinear os limites de uma boa educação, mas também sabemos que onde há harmonia, há paz, onde há paz, há Deus e onde há Deus, nada falta...
                                                                   
                                                                           MUITA PAZ!

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