AOS TOMÉS DA VIDA



“Que formosa aparência tem a falsidade” (William Shakespeare – poeta e dramaturgo inglês).

Caótica inversão surge ao analisar valores segundo nosso critério e conceito. A verdade é mais abrangente do que imaginamos, pois muitas vezes tomamos o falso por verdadeiro, idolatramos pessoas e coisas, causas e idéias sem o mínimo de compromisso com o ideal da implantação do bem sem preconceito no mundo já que puxamos, sempre, a brasa para nossa sardinha, seja por interesse, ou por até mesmo, precaução em acertarmos sempre para glória do nosso orgulho e vaidade.

“Conhecereis a Verdade e ela vos libertará” (João 8,32) é a máxima de quase todas as nações do mundo e, em cima desta busca, a ciência acadêmica se assenta em cima da Lógica para ser Ciência Exata.  A frase “Quais são os gemidos dolorosos que vêem repercutir em meu coração e fazer vibrar todas as suas fibras? É a humanidade que se debate no esforço rude e penoso trabalho porque vai dar luz à Verdade” (Jean Baptiste Massillon - Espírito - Bispo de Clermont- Revista Espírita – Abril de 1861) indica claramente que a Verdade, antes de libertar, requer esforço de árduo trabalho de pesquisa, estudo e construção do nosso conhecimento.

Sempre afirmamos que a vida é feita de escolhas e que sofremos o efeito das opções efetuadas. Muitas vezes somos levados a optar pelo o que querem que escolhamos. Mesmo com esta indução, voltamos a afirmar que a responsabilidade é inteira nossa, onde, no final, colheremos os frutos ou espinhos derivados do nosso plantio. Vejamos o movimento religioso da consciência negra na Jamaica e que começou com Marcus Garvey como mentor intelectual. Considerado um profeta pelos seus seguidores que, influenciados por uma peça escrita por ele, acreditavam que um rei negro viria salvá-los. Foi onde surgiu o rastafári que vem de Ras - príncipe em aramaico - e Tafari – nome do personagem criado por Marcus e que era discípulo direto de Jeová, ou se preferir, de Jah. Desse movimento jamaicano, onde apenas 5% da população é Rastafari e que fazem uso da maconha como vicio chamada por eles de Ganja. Como há indícios de que a maconha no uso medicinal alivia a náusea e o desconforto dos doentes de câncer submetidos à quimioterapia, ela poderá tornar-se liberada incondicionalmente em varias partes do globo, como o é na Jamaica. É onde perigará a viciação causando a conhecida abstinência. Conhecida porque se sabe que é nela (a dependência) que aparece o orgulho sufocando o medo, a necessidade sempre maior originando as picadas, a falta de dinheiro, o abandono da escola, os truques para conseguir a droga levando ao mercado abominável do qual se acaba participando e gerando o horror, o medo com o irreal sobrepondo-se ao real, as alucinações, a perversão de valores levando pacientes aos psiquiatras, denegrindo conceitos familiares e nos colocando no meio de famílias onde compareceremos como vitimas deste sistema, porem, sem a vontade real de sair desta dependência, chegando aos termos da loucura e da morte e tudo porque inicialmente a utilização era medicinal e que sem se perceber passou-se à dependência química. Como dissemos, em nosso caminho sempre existirão bifurcações, atalhos e desvios que se apresentarão inocentemente aos nossos olhos, mas que poderão nos causar danos dependendo de nossa escolha e, feito os Tomé da vida, só acreditaremos quando metermos as mãos em nossas próprias feridas originadas pelas causas e conseqüências de nossos atos.          

                                                                         MUITA LUZ!

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