ENCONTRO COM A ESPIRITUALIDADE 2/2


“O ser humano quando consegue se desligar das atrações materiais, vibra suficientemente para perceber os focos celestes” (João da Graça). 

 

Em Deuteronômio 6 consta que a Lei diz “Amarás o senhor teu Deus, com todo teu coração, com toda tua alma, com todas as tuas forças e com toda a tua mente e ao próximo como a ti mesmo” (destaques nosso). Não está dito para amar a Deus, mas demonstra a frase que cada qual tem um sentimento, um conhecimento e um tipo de adoração à divindade e Jesus confirmou esta prescrição em Lucas 10:27. Isto significa que já havia entendimento sobre a diversidade religiosa. 

Existem palavras que tem vários sentidos como, por exemplo, o vocábulo “casa” que pode significar habitação; a terceira pessoa no singular do verbo casar (matrimonio); a abertura na roupa por onde passa o botão; casa de espetáculos; divisão decimal ou a localização das peças de xadrez. Igualmente o termo “manga” que pode designar parte do vestuário onde se enfia o braço; a parte do eixo do veículo; o fruto da mangueira; uma pastagem cerrada onde se guarda o gado ou a derivação do verbo mangar (zombar, escarnecer), mas o dito acima não traz outra interpretação se não o que estamos afirmando o que nos faz perguntar desde quando se procura congregar com este Ser que desde épocas remotas acredita-se que seja Deus não importando o nome que se dê a Ele? 

 

Esta busca sempre aconteceu, inicialmente, de modo isolado para se converter em comunidades e igrejas. O “incriado” que criou todas as coisas, desde que o mundo é mundo, povoou nossas mentes com a incógnita de sua existência o qual sempre foi buscado o entendimento através da solidão do deserto ou da subida aos montes, cujo assunto nós já descrevemos. Todos os profetas, místicos, ascetas ou ermitãos procuraram o isolamento para terem esta experiência a que nos referimos. Não vemos diferença entre a busca da sapiência no deserto, no monte ou no silencio de um cômodo qualquer, onde, através da elevação mental pode-se se sintonizar com a espiritualidade, que, com toda a certeza, responderá conforme o entendimento e a crença de cada um. 

 

Isto nos lembra um diálogo que tivemos com nossos instrutores onde, baseados na afirmação dos evangélicos de plantão, dizendo que o “mundo jaz no maligno” e a resposta foi categórica: -“Não, pois Jesus é seu governador. 

Ainda não satisfeitos perguntamos: -“Então porque só vemos sofrimento? – “Porque vocês enxergam o mundo como uma prisão e só veem horror em grandes proporções. Assim, a violência, a crueldade, as guerras e discórdias se sobressaem mais do que o milagre da vida, da diversidade da fauna e de do amor, da fraternidade e da flora, da bondade e do amor, da afeição e da amizade, coisas que estão em evidencia somente para aqueles que têm “olhos de ver e sentimentos de sentir”. 

Pois bem, dentro da insuficiência de entendimentos que possuímos com respeito à divindade, a busca que deveria ser interior (Leia Mateus 6:6), torna-se exterior e para isso sobe-se nos montes para ficar mais perto do céu ou no deserto para o encontro de si mesmo e, psicologicamente, aproximar-se um pouco mais de Deus.    

 

                                                           MUITA PAZ! 

 

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