O JEJUM
“Mas esta casta de demônios não se expulsa senão à força de oração e jejum”(Jesus)
A frase acima equivale ao vigiai e orai também dito pelo Cristo em Mateus 26.41 mostrando-nos que a vigilância de nossos pensamentos, intenções e ações devem ser mais importantes que a oração, não que a prece não deva ser feita, mas orar sem vigilância de nossas inclinações não resolverá nosso problema. Poderá nos fortalecer na solução, mas é a vigilância que realmente nos livrará dos efeitos nocivos das nossas más atitudes. Não foi à toa que Jesus a colocou em primeiro lugar.
Quando nosso Mestre Amado nos ensina que é com a força da oração e do jejum que teremos ascendência sobre nossos irmãos transviados do bem, Ele coloca a oração em primeiro lugar. Por quê? Como já dissemos, ela nos fortalece intimamente para a vitória sobre os problemas que nos acometem e também sobre o jejum mencionado, onde vemos distorções por alguns fieis que confundem tais abstinências
Há em algumas Igrejas o Jejum do café, onde ficam algum tempo sem tomar tal liquido o jejum da carne onde dominam a vontade de comer o produto e enfim o jejum para isso aquilo ou aquilo outro item físico o que demonstra que a mente pode controlar a vontade carnal disso, daquilo ou daquilo outro a que estamos acostumados (para não dizer viciados) a utilizar. O domínio da vontade tem o objetivo, no jejum, de depurar, ou se preferir, limpar nosso organismo de determinadas energias que inoculamos em nosso corpo, mas e então, a que jejum Jesus se refere? Com certeza ao jejum de amorais enraizadas ou não em nosso íntimo. É aquele que “quebra” as amarras da alma e que alimenta o orgulho, a vaidade, a soberba e outros “vícios” que nós temos em nosso âmago e não aquele que deixa a pessoa um dia ou mais sem comer ou sem beber determinado produto. O jejum referido é aquele que nos torna mais fraternos, irmãos, amigos e amorosos com o nosso próximo.
De que adianta “jejuar” e desejar o mal a outrem? Falar mal do vizinho? Brigar no trânsito? Discutir com o motorista ou o cobrador de ônibus? Furar filas e etc.? Sabemos que a abstinência do mal não impõe restrições ao bem e que o orgulhoso é o que menos se conhece. Pense: Se a filosofia socrática não tivesse sido interceptada por Aristóteles, se a explanação de Kardec não tivesse tido Roustang discutindo a tese celetista e se Jan Huss tivesse concluído a Reforma sem a arrogância de Lutero, o que teria acontecido? Não se conclui que são estratégias que o “mal” procura interpor no caminhar do bem? Mas que, absolutamente, mesmo através de sucessivas perseguições, o bem, mais dia menos dia, sempre triunfará? Então perguntamos: não está na hora de entendermos que Jesus se preocupa com nossa alma em evolução? E que neste sentido o jejum deve ser a expulsão dos ciúmes, magoas, rancores, vinganças e maldades que estão alojadas em nossa alma? Estamos certos? Sim ou não?
MUITA PAZ!
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