PAGAR OU REAJUSTAR?
“Já que atraímos e somos atraídos pelo teor dos nossos pensamentos, diga-me o que pensas que te direi quem te acompanha! ” (João da Graça).
A palavra trabalho deriva do vocábulo latino “tripalium” que é a denominação de um instrumento de tortura formado por três (tri) paus (palium) aguçados e muitas vezes munidos com pontas de ferro utilizado pelos agricultores para baterem o trigo, as espigas de milho com o intuito de rasgá-los e esfiapá-los e, no livro de Genesis (3:19) está a afirmação de que comeremos o pão com o suor do nosso rosto o que configura ser um castigo, quando na verdade é uma das leis divinas que nos leva ao progresso.
Em 1 Tessalonicense 5:21 Paulo nos exorta para examinarmos tudo e retermos o bem e em João 5:14 Jesus nos pede para não pecarmos mais para que não nos aconteça coisa pior, o que nos faz pensar em nossas atribulações do nosso dia a dia. Ora, se trabalho não é um castigo e se em nossos exames retermos apenas o bem, é evidente que não nos acontecerá “coisa” pior assim a toa, e como sabemos que estamos colhendo o que plantamos, deduzimos que, com nossas dificuldades, estamos nos reajustando com os valores que a vida evolutiva tem para nós. Assim sendo, acreditamos que chegou a hora de mudarmos o nosso conceito de pagamento do devido para reconciliação vibratória na harmonia universal que nos envolve para atingirmos o aperfeiçoamento a nós designado;
É comum ouvirmos a frase que estamos pagando débitos do passado. O próprio “Pai Nosso”, que é a oração universal ensinada por Jesus, em algumas traduções aparece o “perdoa as nossas dividas” no lugar de “perdoa nossas ofensas” entre outras afirmações que não nos recordamos no momento. O somos “devedores” está enraizado em nossos conceitos religiosos e como tudo neste mundo nasce, vive, morre e se transforma, a transformação de dividas em reajustamento está se consolidando nos pensamentos e nas atitudes de todos aqueles que se dizem cristãos, porque, a bem da verdade a libertação dos dogmas do passado está acontecendo gradativamente na medida em que evoluímos e entendemos o projeto de Deus em nossa vida.
Jesus falou de amor e vemos o ódio tentar se imiscuir nas ações do cotidiano, a caridade foi por Ele elevada e vemos o egocentrismo girar em torno de nossas atitudes, exemplificou a simplicidade e muitos líderes religiosos distorcem seus ensinamentos complicando o máximo para inibir o conhecimento dos fieis aplicando inclusive o famoso golpe do “toco mocho” conhecido por muitos viventes de teu mundo e como estamos na Era de Aquário, onde as verdades devem ser restabelecidas, chegamos ao entendimento de que não devemos nada a ninguém, evolutivamente falando, a nãos ser a nós mesmos e, enquanto não nos responsabilizarmos pelos nossos ajustes espirituais, seremos culpados por atrasarmos os reequilíbrios dos nossos irmãos de caminhada, pois a transformação de “pagar dívida” em ”reajuste vibratório” nos trará um alargamento de nossa compreensão da vida comunitária tanto física como espiritual.
MUITA PAZ!
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