PRÁ FALAR COM DEUS!”


“Mas, quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará” (Mateus 6:6)

 

Através das reminiscências do passado (Sumerianas) temos: do exílio de Capela a crença no Paraíso Perdido e do afundamento da Lemúria o dilúvio bíblico entre outras tradições assimiladas e que ainda perduram. Se analisarmos outras heranças culturais destes povos se verá diversas semelhanças assumidas e entre elas termos a virgindade da mãe de Jesus e a Santíssima Trindade, assuntos que já discorremos anteriormente.

Estudando o progresso humano descobrimos que a civilização agrícola sucedeu a pastoral e desta veio a industrial que gerou a civilização agrária trazendo a informação e o conhecimento para a era da espiritualidade. Uma gerando a outra e todas se interligando. Indo mais longe podemos afirmar que Roma era a Ciência da época, que Grécia representava a Filosofia, que Israel exprimia a Religião e que o Egito espelhava a Tecnologia.

 

A humanidade estava se perdendo, religiosamente falando, porque foram assimiladas muitas crenças pagãs oriundas de religiões passadas que se extinguiram, mas que deixaram suas marcas na época formando um tesouro incalculável acumulado no Templo de Jerusalém através das oferendas a ponto de os romanos formarem grupos para saquear os pertences considerados sagrados por referir-se ao santuário hebreu. Daí nasceu os “sicários”, grupo de Zelotes, (que significa zeladores), seita perecida que desencadeou a revolta judaica no tempo de Ciro. Sanguinolentos, tentaram a todo custo libertar o povo da escravidão romana. Pois bem, uma das coisas assimiladas foram as longas ladainhas, preces intermináveis que ainda hoje muitos líderes religiosos utilizam porque pensam que por muito falar Deus os ouvirá.

Jesus em sua praticidade no culto ao Pai nos ensina que as palavras o vento leva, mas que o sentimento, este sim, auxiliará e muito a atingir o objetivo da oração. Assim, Ele nos ensina o Pai nosso de uma forma intima, apesar de ser coletiva, para que tenhamos uma experiência divina.

Perceba que nosso Grande Amigo nos diz para procurarmos o silencio do isolamento para termos uma intimidade maior com o Pai Celeste e conversarmos (orarmos) em simplicidade objetiva nas palavras. Não adianta cansar os ouvidos de quem ouve como tentativa de impressionar psicologicamente os seguidores ou quem quer que seja. Um “obrigado Senhor” dito com a alma vale mais do que mil palavras proferidas apenas com os lábios sem o sentimento do coração. Portanto, quando orardes, entra em secreto em comunhão com o Pai, que, com certeza, Ele te ouvirá.        

 

                                                                 MUITA PAZ!

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